segunda-feira, 24 de abril de 2023

Palestra com a psicóloga do CAPS sobre distúrbios mentais.

No dia 24/04/2023 a psicóloga do CAPS veio ao colégio para ministrar uma palestra a respeito dos distúrbios mentais que atende nessa instituição, bem como dos casos atendidos pelos profissionais do CREAS.

A palestra foi muito interessante e os alunos interagiram com a profissional, fazendo muitas perguntas, esclarecendo suas dúvidas.




A psicóloga ficou de retornar mais vezes ao colégio para sanar as dúvidas que os alunos apresentam, sempre que necessário.

Confecção de cartazes pelos alunos sobre o tema " Violência na Escola X Fake News"


 

Confecção de cartazes pelos alunos sobre o tema " Violência na Escola X Fake News"


 

Confecção de cartazes pelos alunos sobre o tema " Violência na Escola X Fake News"


 

Confecção de cartazes pelos alunos sobre o tema " Violência na Escola X Fake News"


 

Confecção de cartazes pelos alunos sobre o tema " Violência na Escola X Fake News"

 


sábado, 22 de abril de 2023

Palestra com a patrulha escolar

 No dia 10 de abril a Patrulha Escolar compareceu ao Colégio Estadual Cívico-Militar Anita Canet, no período matutino, para realização de uma palestra, onde foram abordados os seguintes assuntos: violência/ ataques no ambiente escolar; procedimentos a serem adotados no caso de invasão do colégio; combate às Fake News relacionadas a possíveis massacres em escolas. Foi uma palestra bastante esclarecedora, onde os alunos puderam sanar suas dúvidas sobre os assuntos abordados.


Trabalho do Curso Formadores em Ação


 

terça-feira, 18 de abril de 2023

Planos usados para fazer vídeos


Esse vídeo é para ensinar os alunos as tomadas de câmeras para fazer vídeo, exemplo: plano geral, ângulo normal, ângulo frontal, ângulo traseiro.





 

quinta-feira, 13 de abril de 2023


A expressão fake news ganhou as páginas dos jornais e a internet nos últimos anos. No entanto, nem todos sabem ao certo o que significa fake news. O termo vem do inglês fake (falsa/falso) e news (notícias). Dessa forma, em português, a palavra significa notícias falsas. Apesar de ter se destacado recentemente, a expressão é bem mais antiga e data do final do século XIX. Fake News são as informações falsas que viralizam entre a população como se fosse verdade. Atualmente, elas estão, principalmente, relacionadas às redes sociais.

O que significa Fake News? 


A internet possibilita que as notícias se espalhem em uma velocidade cada vez mais rápida. E as redes sociais aceleraram ainda mais esse processo. Entretanto, o espaço também é propício para que as notícias falsas também sejam facilmente divulgadas. Além disso, outro fator importante é que as pessoas perderam o costume de verificar as fontes de um dado. Quando algo é publicado, automaticamente há centenas de compartilhamentos sem nem ao menos chegar de onde partiu aquela notícia.

O período das eleições tem levantado o debate sobre o perigo das fake news. Ultimamente criou-se uma espécie de guerra entre os envolvidos no processo eleitoral para derrubar os candidatos adversários com a divulgação de notícias falas na internet. Escândalos de criação de departamentos especializados na criação e propagação de informações inverídicas ganhou as manchetes em todo o mundo. 



Vídeo da Justiça Eleitoral do Brasil sobre Fake News



Como as fake news são criadas? 


Existem diferentes formas de criar fake news. Desde uma simples publicação nas redes sociais a empresas que são especialistas em viralizar informações falsas. Os objetivos também variam e podem ter o intuito de atrair visualizações para páginas nas mídias sociais ou até mesmo disseminar o ódio contra pessoas, instituições, empresas, governos, etc. As empresas especializadas estão presentes na chamada deep web, uma parte mais restrita e oculta ao grande público, pois não aparece nos motores de busca.

De modo geral, é criada uma página na internet e um robô responsável por espalhar o link da fake news em diferentes redes, de forma bastante maçante. A informação pode chegar a ser replicada até mesmo a cada dois segundos pelos robôs. É dessa forma que os boatos ganham proporções inimagináveis. 

Como descobrir uma Fake News? 


Com o impacto cada vez mais das fake news no cotidiano, algumas plataformas surgiram com o intuito de verificar a veracidade das informações. Também conhecidas como fact-checking, elas analisam as notícias mais compartilhadas e verificam se os dados condizem com a realidade. Confira uma lista delas abaixo:


Como combater as Fake News?


No Brasil a legislação ainda não trata especificamente da criação e compartilhamento de notícias falsas. Os advogados têm buscado formas para lidar com as fake news. De modo geral, os profissionais seguem o que está previsto no Código Penal para os casos de calúnia, injúria e difamação.

Para além da legislação, é fundamental que haja políticas de conscientização da população para o perigo de replicar as informações falsas. Cada cidadão também deve assumir o compromisso de verificar os fatos antes de compartilhá-los na rede e até mesmo de acreditar em tudo o que circula nas redes sociais.

Redes sociais podem ser responsabilizadas por apologia a violência em escolas


O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou na noite desta quarta-feira (12/4) a edição de uma portaria que tem por objetivo responsabilizar as plataformas digitais pela veiculação de conteúdos com apologia à violência nas escolas.

O ministro Flávio Dino afirma que
portaria não fere Marco Civil da Internet
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

"Nós estamos vendo que há uma situação emergencial que tem gerado uma epidemia de ataques, ameaças de ataques, bem como também de difusão de pânico no seio das famílias e das escolas. Foi nesse contexto que resolvemos editar uma portaria que traz medidas práticas, concretas, a fim de que haja uma regulação desse serviço prestado à sociedade, especificamente no que se refere à prevenção de violência contra escolas", afirmou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.

O documento dá diretrizes específicas para as empresas, como a retirada imediata de conteúdos após a solicitação das autoridades competentes; avaliação sistêmica de riscos; adoção de medidas visando a evitar a disseminação de novas ameaças às escolas; e uma política de moderação ativa de conteúdos nas redes. Além disso, elas deverão informar ao ministério quais regras do algoritmo de recomendação são utilizadas em seus domínios.

A portaria terá orientações para atuação da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) — uma vez que as redes sociais também se enquadram nas relações de consumo, reguladas pelo Código de Defesa do Consumidor — e da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). O ministro destacou que a regulamentação será voltada exclusivamente para ameaças contra estudantes, crianças e adolescentes.

A Secretaria Nacional do Consumidor, após a publicação da portaria, deve instaurar processos administrativos para apuração de responsabilidade das plataformas.

"A Senacon deve tomar providência para que este mercado, no que se refere aos prestadores de serviço, seja mais saudável, mais compatível com a lei. Não temos nenhuma dúvida que a portaria é plenamente compatível com essas leis e não há qualquer violação contra o Marco Civil da Internet", afirmou Dino.

No âmbito do processo administrativo, a Senacon vai requisitar relatórios sobre os riscos de acesso das crianças e adolescentes a conteúdos veiculadores de violência.

"Uma criança vale mais do que todos os termos de uso de todas as plataformas. E, independentemente da materialização dessas ameaças, estamos vendo várias tentativas, o que mostra que nós precisamos de uma nova normatividade proporcionalmente mais rígida, a fim de garantir a cessação dessa prática nociva por intermédio da internet, das redes sociais", ressaltou o ministro.

As sanções previstas, em caso de descumprimento das regras da portaria pelas empresas, vão desde a aplicação de multas até a suspensão das atividades. "Nós não desejamos que isso aconteça, pelo contrário. Com a edição dessa moldura normativa, objetiva, com obrigações, com prazos, com parâmetros técnicos, o que nós desejamos é a adequação desses serviços", destacou Dino.

Escola Segura
No âmbito da Operação Escola Segura, criada pelo ministério em parceria com os estados para ações preventivas e repressivas contra ataques nas escolas em todo o país, a Secretaria Nacional de Segurança Pública deverá coordenar o compartilhamento, entre as plataformas de redes sociais e as autoridades competentes, dos dados que permitam a identificação do usuário que disseminou informações sobre violência nas escolas.

A secretaria criará ainda, nos termos da portaria, um banco de dados de conteúdos ilegais, com o objetivo de facilitar a identificação pelos sistemas automatizados das próprias redes.

Além disso, a Senasp também deverá orientar as plataformas a impedir a criação de novos perfis a partir dos endereços de protocolo de internet (endereço IP) em que já foram detectadas atividades ilegais, danosas e perigosas referentes a conteúdos de extremismo violento que incentivem ataques ao ambiente escolar ou façam apologia e incitação a esses crimes ou a seus perpetradores. Com informações da assessoria de imprensa do Ministério da Justiça.

Cartaz sobre Fake News